A distribuição da carga fiscal é perversa

Samuel Fernandes de Almeida, fiscalista.

Portugal está nos radares do mundo. O consumo está a aumentar, em resultado do crescimento económico, e muito deste dinamismo deve-se à política de comunicação e posicionamento do nosso turismo no panorama internacional, aliado à crise em alguns mercados concorrentes. Mas, segundo o fiscalista Samuel Fernandes de Almeida, em entrevista ao DIA15, auguram-se ventos menos favoráveis.

 

Com o actual sistema fiscal, na sua opinião, qual é a classe mais prejudicada?

A classe média, sem dú­vida. O problema é que esta clas­se é tratada como rica, e a classe baixa, ou média baixa, já é tratada como classe média alta, em ter­mos de taxas de tributação. Tipi­camente, a carga fiscal é medida em valores nominais e brutos com o valor dos impostos cobrados, e depois comparada com o PIB. Esta é uma análise muito estática.

 

Leia a entrevista na íntegra na edição n.º9 do DIA15

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