«A violência no futebol é o nosso terrorismo caseiro»

As forças policiais estão desgastadas, no fio da navalha. Recebem mal, não têm perspectivas de carreira — o que cria, naturalmente, um sentimento generalizado de desmotivação, e há uma falta gritante de meios.

As forças policiais dão tudo por tudo para colmatar as falhas, «muito devido a carolice». Quem o diz é Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP), a quem pedimos para traçar o panorama da situação da segurança interna em Portugal.

 

Portugal é considerado um dos países mais seguros da UE, segundo o Índice Global da Paz (IGP) 2018. Segurança é o mesmo que percep­ção de segurança? Será que os por­tugueses estão mesmo seguros?

Sim, podemos considerar que Portugal ainda é um país seguro. Apesar das enormes dificuldades dos polícias, que não têm con­dições, meios, equipamentos e apesar de receberem pouco mais de 100 euros do que o ordenado mínimo, continuam, muito por carolice, a fazer o possível para manter tanto o sentimento de segurança das pessoas, como da própria segurança a um nível que nos pode orgulhar.

 

Leia o artigo na íntegra na edição n.º10 do DIA15

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