Acordo ortográfico regressa à Assembleia

A Assembleia da República prepara-se para sugerir alterações ao acordo ortográfico. Na linha do que defende a Academia das Ciências de Lisboa. O Brasil admite revogar as normas, que Angola e Moçambique nunca aplicaram. No resto do mundo lusófono prevalece a indiferença.

O Acordo Ortográfico da Língua Portugue­sa (AOLP), ao que tudo indica, vai ser alterado. Na linha do que sem­pre recomendou a comunidade científica portuguesa, ignorada por sistema pelo poder político.

Logo em 1989, a Comissão Nacional da Língua Portugue­sa emitiu um parecer desfavo­rável às alterações ortográfi­cas então apenas em projecto. Por nelas terem sido detecta­das «numerosas insuficiências e deficiências científicas e técnico-linguísticas».

Em 1991, já o AOLP havia sido aprovado, surgiu outro parecer, igualmente negativo, emitido pela Direcção-Geral do Ensino Básico e Secundário. Alertando para as «consequências perversas do princípio da facultatividade que introduz na língua portugue­sa um factor de efeitos pernicio­sos e contraproducentes no do­mínio pedagógico-didáctico».

 

Leia o artigo na íntegra na edição n.º14 do DIA15

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