Economia portuguesa criou quase 200 empregos diários em 2018

Os números do INE sobre o emprego e desemprego apontam para melhoria constante, mas a ritmo mais lento no final do ano.

O desemprego em Portugal estabilizou em Novembro e Dezembro, num valor de 6,7%, anunciou o Instituto Nacional de Estatística (INE). Os números sugerem que a tendência de melhoria nos indicadores de emprego e desemprego pode ter chegado a um patamar de relativa estagnação. Em relação a Dezembro, trata-se ainda de valores provisórios, sendo possível que o ritmo de criação de empregos possa estar a abrandar.

Comparando números homólogos, em Novembro era possível afirmar que economia tinha criado 71 mil novos postos de trabalho no ano anterior; em Dezembro, o valor baixara para 67 mil, mesmo assim quase 200 empregos diários, durante 2018. Se forem confirmados os valores provisórios de Dezembro, Portugal tinha 4,837 milhões de trabalhadores, mais 14 mil do que em Novembro (nos números ajustados de sazonalidade).

Em relação ao mesmo mês de 2017, os números provisórios de Dezembro sugerem uma estagnação da população activa, com aumento razoável na população empregada e na taxa de emprego. O desemprego jovem desceu significativamente, de 22,3% para 17,6%.

O desemprego em Portugal (6,7%) é inferior à média na zona euro. Segundo o Eurostat, o indicador de desemprego na UE19 atingiu 7,9% em Dezembro (melhorou relativamente aos 8,6% no final de 2017). No desemprego jovem, a média europeia é um ponto percentual inferior à portuguesa.

A taxa de desemprego na Europa é muito diferente de país para país. Em Espanha, atinge 14,3%, mas a Alemanha tem apenas 3,3% (o que pode ser considerado pleno emprego). França e Itália têm, respectivamente, 9,1% e 10,3%, mas a Polónia possui um desemprego de 3,5% e a Holanda de 3,6%.

 

 

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