Eleições americanas: o escrutínio de Trump

Os norte-americanos vão hoje às urnas para escolher os representantes para as duas casas do Congresso: a Câmara dos Representantes e o Senado numas eleições que são também uma análise aos dois anos de governação Trump.

Neste momento, os Republicanos controlam o Congresso, com 235 congressistas contra 193 Democratas, e o Senado, com uma margem mais pequena, com 51 senadores contra 47 Democratas e dois independentes (mas cujo voto está alinhado com o dos Democratas).

As sondagens mais recentes indicam que o Partido Democrata deverá recuperar o controlo do Congresso e ganhar entre seis a dez governos estaduais. No entanto, não deverá conseguir controlar o Senado.

A maioria no Congresso vai permitir que criem maiores obstáculos às medidas de Donald Trump, mas se o Senado continuar a ser Republicano, o campo de acção Democrata será limitado.

Estas eleições, uma vez que se realizam dois anos após a eleição de Trump para a presidência do país, são consideradas uma espécie de barómetro à administração. Os analistas consideram que um bom resultado para Donald Trump será conseguir garantir que continua com a maioria nas duas câmaras do Congresso, mas, e no caso de perder alguma, o mais importante é manter o Senado (a chamada Câmara Alta), que tem competências como a política externa e de defesa.

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