«Estamos a sobrestimar a capacidade de crescimento do país»

Portugal tem três milhões de pensionistas, 29% da população residente. No quadro da Zona Euro, somos um dos cinco países onde a despesa pública com pensões mais cresceu, traduzindo-se em 14,9% da riqueza produzida.

Face ao evidente envelhe­cimento da população, a par com uma baixíssi­ma taxa de natalidade, é quase inevitável que o Sistema Previdencial da Segurança Social comece a registar défices cróni­cos. Porém, um estudo inédito sobre o sistema de pensões por­tuguês torna claro que o paga­mento das pensões não está em causa, mas sim o montante que será necessário alocar, em ter­mos de transferências do Orça­mento de Estado (OE), para hon­rar o compromisso.

Coincidindo com o Dia Mundial da Segurança Social, entrevis­támos Amílcar Moreira, inves­tigador do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa, que coordenou o referi­do estudo, “Sustentabilidade do sistema de pensões português”, cujas projecções vão até 2070. A grande questão, que exige debate e reflexão, é esta: como se irá ga­rantir a sustentabilidade, a longo prazo, da previdência social?

 

Leia a entrevista na íntegra na edição n.º 13 do DIA15

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