Fuga para a frente

O sector público permanece o quase exclusivo garante dos direitos das famílias associados a pensões, relegando para segundo plano o pilar de capitalização, que ajudaria à sustentabilidade da segurança social.

O financiamento da se­gurança social é um dos principais problemas que Portugal enfrenta, estando intimamente ligado aos problemas da demografia e da produtividade.

A população portuguesa deve diminuir dos 10,3 milhões de pessoas em 2017, para 9,1 mi­lhões em 2050 e, seguindo as tendências actuais, ficar nos 7,6 milhões em 2080, de acordo com dados do Eurostat, com implica­ções para a sustentabilidade do actual sistema de pensões que «não podem nem ignorar-se, nem cingir-se ao aumento dos níveis já elevados de contribui­ções e/ou impostos».

Quem o recorda é Teodora Car­doso, ex-presidente do Conse­lho das Finanças Públicas (CFP), no estudo “O financiamento da Segurança Social: bases de equi­dade e de sustentabilidade”.

Leia a entrevista na íntegra na edição n.º 13 do DIA15.

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