Igualdade de género a passo de caracol

Há um evidente desequilíbrio de género no que respeita a cargos de topo e de decisão.

As estatísticas dão conta de uma evolução lenta em matéria de diversidade nas lideranças, já para não falar das quotas e da diferença salarial entre homens e mulheres. Mais do que a igualdade, a diversidade potencia a inovação. Não há como negá-lo. Mas será que a solução para as desigualdades passa pela imposição?

A nova Lei da Parida­de, que aumenta para 40% o número de representação de um dos géneros, apenas entrará em vigor após as eleições ao Parla­mento Europeu, a 26 de Maio, em cumprimento de um conjun­to de boas práticas em vigor na Europa, que impedem alterações às leis no ano em que se realizam actos eleitorais.

Genericamente falando, o pro­gresso tem sido vagaroso. Mas, em pouco mais de um ano, o número de mulheres nos órgãos de administração em empresas cotadas na bolsa e do sector pú­blico empresarial central e local subiu significativamente, com especial ênfase neste último, no qual a percentagem aumentou de 20% para 35%.

Leia o artigo na íntegra na edição n.º 12 do DIA15

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