«O Estado devia remar menos e pilotar mais»

Em entrevista ao DIA15, Bagão Félix faz um diagnóstico crítico do estado a que chegou a nossa máquina administrativa: «Deixou de haver rejuvenescimento. Descapitalizou-se a competência técnica. Estamos a construir um Estado medonho nesse aspecto.» Apesar das melhorias pontuais, que também regista, o ex-ministro das Finanças conclui: «Temos uma administração pública velha, caduca, descredibilizada, desmotivada, inchada.»

Oito anos após o País ter sido intervencionado pela troika, continuamos com uma administração públi­ca tentacular, com funcionários em excesso. É correcto, este retrato?

Como dizia Adriano Moreira, te­mos um Estado exíguo para os grandes problemas e demasiado grande para as pequenas coisas. O Estado português desperdiça energia e procedimentos com coisas menores e esgota-se ne­las. Sem lhe sobrar tempo – e não me refiro apenas ao Estado como administração pública, mas como organização política e titular de órgãos de soberania – para enfrentar as questões mais importantes, que necessitam de reformas.

 

Leia o artigo na íntegra na edição n.º 14 do DIA15

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