«Populismos podem matar sonho europeu»

Participa pela primeira vez nas eleições europeias, por um partido também em estreia: Paulo Sande aceitou o convite de Santana Lopes para ser n.º 1 da lista da Aliança. Europeísta convicto, considera que «em primeiro lugar estão os portugueses». Para defendê-los, os eurodeputados devem «unir-se em torno de objectivos fundamentais».

O que o levou a aceitar este desafio de enca­beçar a candidatura do novo partido Aliança às eleições europeias de 26 de Maio?

O mais importante foi o facto de esta candidatura me permitir colocar ao serviço de Portugal – porque é isso que eu enten­do ser a actividade política, sob qualquer forma – os meus co­nhecimentos sobre a União Eu­ropeia. Porque acreditei, embora comece a duvidar, que poderia discutir em profundidade a Eu­ropa. E porque, ao convidar-me, o partido Aliança renegou aquela que seria sem dúvida uma ten­tação maior: a de assumir uma posição populista e radicalmen­te antieuropeia, sendo essa uma demonstração de confiança que apreciei e espero honrar.

 

Leia a entrevista na íntegra na edição n.º 12 do DIA15

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