Reformar ou falir

Se nada for alterado, o nosso sistema de pensões entrará em défice permanente num prazo máximo de dez anos, esgotando as reservas financeiras entre 2035 e 2038. Alternativas passam pela subida dos impostos, o aumento da idade da aposentação ou uma reforma abrangente da segurança social, complementando-a com sistemas privados.

Os sinais de alarme es­tão aí, é inútil negá-los. E apontam para uma data, evidenciada num recente estudo sobre a sustenta­bilidade do sistema previdencial português elaborado pelo Insti­tuto de Ciências Sociais de Lis­boa: 2028 poderá ser o primeiro ano de um défice crónico do nos­so precário sistema de pensões. Exigindo o recurso aos fundos de emergência acumulados no Fun­do de Estabilização Financeira da Segurança Social (FEFSS).

 

Leia o artigo na íntegra na edição n.º 13 do DIA15

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