Tempos difíceis

Nesta recta final da legislatura, o Governo enfrenta diversos focos de conflito, protagonizados por membros dos órgãos de polícia criminal. Em causa estão questões laborais. Mas também a falta de meios técnicos e de recursos humanos para fazer face às actividades ilícitas.

São tempos difíceis para quem combate o crime em Portugal: os meios pecam por escassez, os quadros estão envelhecidos, as verbas permanecem condiciona­das, as tutelas políticas adiam a resolução dos problemas. A ten­são acentua-se em várias fren­tes, a pouco mais de seis meses das eleições legislativas.

 

Os inspectores da Polícia Judi­ciária, que vêm fazendo greve às horas extraordinárias, reivindi­cam o reforço de meios para in­tensificar o combate aos novos ilícitos – incluindo a cibercri­minalidade, que exige renovação dos quadros, já insuficientes na perseguição ao crime organiza­do, ao terrorismo, ao tráfico de estupefacientes, à corrupção e à criminalidade económica e fi­nanceira.

 

Leia o artigo na íntegra na edição n.º10 do DIA15

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