Um país mais inseguro, isolado e atrasado

E se houvesse um Brexit português? Deixávamos de receber muito dinheiro em fundos comunitários. Víamos seriamente condicionada a livre circulação de pessoas, bens, serviços e capitais. Os custos das hipotecas disparavam. As nossas exportações colapsavam e as importações atingiriam preços proibitivos.

As críticas mais duras em relação às defi­ciências e limitações da União Europeia ra­ramente nos dizem o que acon­teceria se Portugal abandonasse a União Europeia ou se esta aca­basse. Nestas páginas, faz-se um exercício de imaginação e pede­-se aos leitores que tentem con­ceber uma calamidade em larga escala que leve à desintegração da UE ou uma loucura colectiva que nos conduza a um referen­do de saída. A hipótese permite outro olhar sobre o Brexit. Tor­na-se mais fácil perceber que o Reino Unido tem a margem de manobra que Portugal não possui. Para se entender o que está em causa, convém analisar de forma separada vários as­pectos da realidade europeia e o seu impacto na nossa vida. O primeiro é evidente: recebemos muito dinheiro de Bruxelas.

Leia o artigo na íntegra na edição n.º12 do DIA15

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